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A gestão das expectativas na economia

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A gestão das expectativas na economia

Mensagem por Admin em Qua Mar 15, 2017 11:52 am

Dois em cada três empresários acreditam que o seu volume de negócios vai subir até ao final deste ano. Dados de um inquérito feito pelo Instituto Kaizen a mais de 180 empresários de topo a nível nacional e que foi divulgado nesta semana. Com este indicador até parece que vai (quase) tudo bem na nossa economia lusitana. O ambiente descrispado criado entre a Presidência da República o governo gerou alguma esperança e elevou as expectativas dos portugueses, incluindo daqueles que são empresários e que investem em Portugal. Os resultados deste estudo demonstram algum otimismo por parte dos gestores, já que o índice de confiança melhorou de 2016 para 2017. Contudo, quando se fala de défice, 63% dos empresários inquiridos dizem que o governo não será capaz de cumprir o défice previsto no Orçamento do Estado. E mais. Em relação ao crescimento do PIB, 79% acreditam que ficará aquém da previsão do governo de 1,6% e a grande maioria (72%) aposta mesmo que deverá situar--se apenas entre 1% e 1,6%.

Acredito que um dos setores que poderão dinamizar o crescimento de forma determinante, além do turismo, será a indústria. Esta atividade atravessa, porém, um momento fulcral para o seu futuro. Um novo paradigma trazido pela revolução 4.0 está a deixar a maioria dos empresários preocupados.

Cerca de 30% dos inquiridos, para o mesmo estudo, admitem que ainda não têm políticas específicas no âmbito da indústria 4.0. Há 22% que acreditam que conseguirão entregar mais valor ao cliente por causa deste novo paradigma e, na mesma percentagem, outros creem que vão aumentar a rentabilidade do seu negócio por esta via. Vale a pena ainda sublinhar que 19% estão a contar com esse novo paradigma para acelerar o desenvolvimento de novos produtos e serviços. A inovação e a transformação digital são uma ameaça para uns e uma oportunidade para outros. Mas de uma coisa podemos ter todos a certeza: é um caminho sem retorno. Se o tecido industrial não percorrer esse trilho - com ou sem ajudas dos programas e fundos comunitários -, não só vai perder a corrida da inovação e da competitividade como compromete uma boa parte das expectativas dos mais otimistas para o futuro do país. E como a economia se faz de gestão de expectativas, é preciso que as mesmas não sejam defraudadas nem por políticos, nem por industriais, nem por banqueiros. Até porque, no final do dia, todos têm de trabalhar em equipa.

15 DE MARÇO DE 2017
00:00
Rosália Amorim
Diário de Notícias

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