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Temos um turismo sustentável na RAM?

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Temos um turismo sustentável na RAM?

Mensagem por Admin em Qui Mar 23, 2017 11:22 am

A ONU (Organização das Nações Unidas) declarou o ano de 2017 como o ano internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, em três dimensões do progresso sustentável - a ambiental, a económica e a social.

Para enquadrar, poderemos definir Turismo Sustentável todo aquele que se apoia num modelo que satisfaz e compatibiliza as expectativas do turista e a região que o acolhe, e que se preocupa em actuar de modo socialmente justo, economicamente viável e ecologicamente irrepreensível, ou seja, que sejam atendidas as necessidades económicas, sociais e ecológicas da sociedade, garantindo as necessidades das gerações actuais sem comprometer as necessidades das gerações futuras.

O turismo sustentável emerge como alternativa ao turismo de massas e deve preocupar-se com variáveis como sejam a limitação do número de camas disponíveis para aqueles que pretendem visitar a região receptora e os impactos resultantes da actividade turística na região acolhedora, elementos que, entre outros, devem constar num POT (Programa de Ordenamento do Turismo). O planeamento e a visão alargada e previdente dos efeitos gerados pelo turismo, tem vindo a obter uma atenção maior, devendo equilibrar-se os três vértices que a ONU elege para 2017. É essencial uma atenção particular às questões ambientais, culturais e sociais e derramar na sociedade local, nomeadamente e directamente nos trabalhadores adstritos ao sector e indirectamente nos residentes da região, os ganhos económicos e sociais.

Para aferir da sua sustentabilidade, é indispensável verificar se o paradigma implantado é ou não ecologicamente predatório na utilização dos recursos naturais disponíveis, se é ou não socialmente perverso através do aumento da disparidade entre ricos e pobres e consequente desigualdade social, e se respeita ou não os direitos dos humanos e dos não humanos. Numa frase, se é eticamente aceitável nas suas várias vertentes.

No plano dos equipamentos/construções de acolhimento dos turistas, a região da autónoma da Madeira, por ser uma ilha pequena, onde a extensão territórial, pela sua exiguidade, é um bem maior, ganha capital importãncia a quantidade e a volumetria dos edifícios de acolhimento de turistas. Na actualidade, permitir-se a construção de edificações de dimensões descomunais é não só agir em sentido contrário aos interesses públicos regionais, como também caminhar numa direcção contrária ao turismo sustentável, pois é hoje consensual que destino turístico que não seja ambientalmente amigável em todas as suas componentes, nomeadamente no respeito pela escala edificada já implantada, terá inevitavelmente o futuro comprometido.

FERNANDO RODRIGUES / 23 MAR 2017 / 02:00 H.
Diário de Notícias da Madeira

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Cláudio Carneiro


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