Olhar Sines no Futuro
BEM - VINDOS!!!!
Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Conectar-se

Esqueci minha senha

Palavras chave

Últimos assuntos
Galeria


Outubro 2017
DomSegTerQuaQuiSexSab
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031    

Calendário Calendário

Flux RSS


Yahoo! 
MSN 
AOL 
Netvibes 
Bloglines 


Quem está conectado
13 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 13 Visitantes :: 1 Motor de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 864 em Sex Fev 03, 2017 11:03 pm

Os vícios do Norte "Portugal e outros países do sul da Europa e não omitir a verdade nos longos anos a criou as dívidas pública e privada"

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Os vícios do Norte "Portugal e outros países do sul da Europa e não omitir a verdade nos longos anos a criou as dívidas pública e privada"

Mensagem por Admin em Qui Mar 23, 2017 11:26 am

A verdade dói para a sociedade politica dos países sul da Zona Euro, diz o Presidente da Euro-Grupo, Jeroen Dijsselbloem na entrevista no médio alemão, sobre os gastos dos países sul são as inutilizais para as economias nacionais, por exemplos de coisas inúteis o exemplo de elefantes brancos, por exemplo o aeroporto de Beja ou nova ligação rodoviária entre Lisboa a Porto, podia a útil o dinheiro a ligação ferroviária de Sines a Madrid ou a acabar a A26, o que o significo os países gastou mais nas festas e os interesses eleitorais ou lobbies em empresas ou estruturais como o risco de algum retorno positivo do investimento não para as eleições a considero menos a economia real, tens abrir os olhos o que a onde investi tem mais de vantagens a considero menos de desvantagens para a economia e a frase “Não se pode gastar o dinheiro em copos e mulheres e logo depois pedir ajuda”. - Admin e C.C....

Dijsselbloem é xenófobo e sexista. É uma evidência e é bom que se diga. Se é xenófobo e sexista, não pode presidir ao Eurogrupo. É outra evidência e também é bom que se diga. Foi o que fez, e bem, António Costa. Acontece que dar largas à indignação, com frases contundentes, pode ter efeitos na autoestima coletiva, merecer umas citações em alguns jornais europeus e excitar os militantes das redes sociais. Mas não é fazer política, é distribuir propaganda. O primeiro-ministro vai ter de fazer mais qualquer coisa.

Dijsselbloem até poderá deixar de ser presidente do Eurogrupo. Mas é mais certo que isso venha a acontecer por perder o lugar de ministro das Finanças da Holanda - o Partido do Trabalho, a que pertence, deixou de ter um papel central para passar a ser apenas mais um de uma multidão de pequenos partidos nas eleições da semana passada - do que pela expressão "copos e mulheres" com que faz a caricatura dos países do Sul.

Mesmo que venha a sair (o que não é certo, graças à proteção, entre outros, de Wolfgang Schauble, ministro das Finanças alemão), isso não representará uma mudança de atitude, muito menos uma mudança de política. A maioria dos pares de Dijsselbloem no Eurogrupo pode até censurar-lhe a expressão. Mas, não só não censura, como acredita na tese de que os países do Sul devem ser castigados pelos seus excessos: em linguagem politicamente correta, "copos e mulheres" são sinónimos de "défice e dívida". Vícios de gente incorrigível, que é preciso combater.

Acresce que não são apenas os políticos e os cidadãos dos países do Norte que pensam dessa forma. Imaginemos que Dijsselbloem, em vez de se referir aos países do Sul, se dirigia especificamente à Grécia. Não só o tom de António Costa não seria o mesmo (quanto mais não seja porque não é primeiro-ministro da Grécia), como haveria bem poucos indignados por aí. Afinal de contas, não nos ensinaram, durante anos, que Portugal não é a Grécia, que os portugueses não são os gregos? Resumindo, e parafraseando Dijsselbloem, que nós, ao contrário dos gregos, não gastamos a massa dos europeus em "copos e mulheres"?

Se António Costa quer ser consequente, e ir para além da propaganda, vai ter de fazer um pouco mais, em sintonia com outros progressistas europeus. Mais do que substituir Dijsselbloem, é preciso substituir as políticas. É preciso avançar com as obrigações de dívida europeias (que permitam maior equidade no financiamento dos Estados e das empresas), é preciso avançar com a harmonização fiscal (acabando com paraísos fiscais como o holandês), é preciso renegociar o Tratado Orçamental (para que não seja apenas um instrumento punitivo). Tudo vantagens que os do Norte não estão disponíveis para ceder. Até porque lhes sobraria menos dinheiro para "copos e mulheres" durante as suas férias no Sul.

EDITOR EXECUTIVO

_________________
Cláudio Carneiro


Facebook
avatar
Admin
Admin

Mensagens : 16760
Pontos : 49157
Reputação : 0
Data de inscrição : 07/12/2013
Idade : 30
Localização : Sines

Ver perfil do usuário http://olharsinesnofuturo.criarforum.com.pt

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum