Olhar Sines no Futuro
BEM - VINDOS!!!!
Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Conectar-se

Esqueci minha senha

Palavras chave

Últimos assuntos
Galeria


Julho 2017
DomSegTerQuaQuiSexSab
      1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031     

Calendário Calendário

Flux RSS


Yahoo! 
MSN 
AOL 
Netvibes 
Bloglines 


Quem está conectado
13 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 13 Visitantes :: 1 Motor de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 864 em Sex Fev 03, 2017 11:03 pm

Um país, dois sistemas?

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Um país, dois sistemas?

Mensagem por Admin em Seg Mar 27, 2017 11:22 am

As aspirações democráticas de Hong Kong são cada vez mais frustradas pelo Presidente da China.

As aspirações democráticas de Hong Kong são cada vez mais frustradas pelo Presidente da China.
Hong Kong, onde vivem mais de 7 milhões de pessoas, elegeu ontem a nova chefe do executivo daquele território autónomo da China. “Elegeu” não é a palavra certa: Carrie Lam foi escolhida por 777 votos num restrito comité de 1200 membros, os quais foram por sua vez nomeados por um conjunto de personalidades locais e por um quarto do eleitorado total de Hong Kong. Até os candidatos ao cargo de líder político do território têm de ser previamente aprovados por aquele comité.

Este complicado sistema tem apenas um objectivo: garantir que o governo de Pequim seja quem, de facto, designa o chefe do executivo de Hong Kong, não obstante ter sido previsto o sufrágio universal quando a administração do território passou da Grã-Bretanha para a China em 1997.

A aspiração democrática é forte em Hong Kong, em grande parte por influência britânica. Em 2014, os protestos contra a interferência de Pequim em Hong Kong duraram 79 dias – sem resultados visíveis.

Pelo contrário, em Macau, que transitou da administração portuguesa para a chinesa em 1999, a população de pouco mais de meio milhão de habitantes não mostrou grande interesse pela democracia política.

Aliás, antes e depois do 25 de Abril quem mandava realmente em Macau era a China, que por várias vezes obrigou os representantes portugueses a recuos humilhantes.

Em Janeiro, o Presidente chinês, Xi Jinping, foi ao fórum de Davos defender o comércio livre contra o proteccionismo, ou seja, contra Trump já eleito. Mas em matéria de direitos e liberdades, a começar pelos direitos políticos, Xi Jinping é mais repressivo, ainda, do que os seus antecessores. Por isso, não é de esperar qualquer avanço democrático em Hong Kong.

O que põe em causa o princípio “um país, dois sistemas”, que teoricamente se aplica a Hong Kong e Macau, bem como a Taiwan (Formosa). Só que a ficção quanto a Taiwan não é a democracia, que ali funciona e é estimada pelos seus 24 milhões de habitantes, mas a pertença à República Popular da China.

27 mar, 2017
FRANCISCO SARSFIELD CABRAL
Rádio Renascença

_________________
Cláudio Carneiro


Facebook
avatar
Admin
Admin

Mensagens : 16760
Pontos : 49157
Reputação : 0
Data de inscrição : 07/12/2013
Idade : 30
Localização : Sines

Ver perfil do usuário http://olharsinesnofuturo.criarforum.com.pt

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum