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Armadores começam a voltar atenções (também) para as emissões de CO2

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Armadores começam a voltar atenções (também) para as emissões de CO2

Mensagem por Admin em Seg Mar 27, 2017 11:40 am


A indústria do shipping tem estado concentrada na redução de emissões de dióxido de enxofre, uma vez que serão introduzidos novos limites máximos já no ano de 2020, bem abaixo dos actualmente permitidos. Porém, e com o sector concentrado nessa meta, os armadores começam também a olhar cada vez mais para outra problemática: as emissões de dióxido de carbono (CO2).

Depois da introdução dos novos limites máximos na emissão de gases de enxofre, é de esperar que os próximos anos tragam outras exigências no que respeita a emissões de gases poluentes - sendo que as emissões de CO2 deverão ser dos próximos alvos concretos. E os armadores estão já atentos a esse cenário mais do que provável.

No passado mês, o Parlamento Europeu foi a votos para a inclusão do shipping no regime europeu de comércio de emissões (ETS) a partir de 2023, caso a Organização Marítima Internacional (IMO) não tenha um sistema comparável a operar no ano de 2021. Apesar da votação não ter sido vinculativa, já dá uma indicação daquilo que a nível europeu pode vir a ser exigido.

«Os armadores que querem estar preparados para o futuro próximo» já começam a analisar opções de redução de emissões de CO2, admite Astrid Sonneveld, especialista da GoodFuels. «A maior parte deles quer ter uma solução 'plug-and-play' em mente, algo verdadeiramente fora da caixa para onde se virar assim que as regulações para o carbono apareçam», acrescenta.

Um bom exemplo é a Maersk Line, que definiu o objectivo de redução em 60% das suas emissões de CO2 por contentor transportado em 2020 (face aos níveis que tinha em 2007) - e já tinha conseguido uma redução de 42% no final do ano passado. O aumento do tamanho dos navios assim como acordos de partilha de espaço em navios foram medidas que contribuiram para esses cortes. Mas a companhia já admite que o preço mais baixo do combustível está a encorajar a um aumento da velocidade dos navios, aumentando novamente as emissões.

O recurso a biocombustíveis tem sido apontado como um dos caminhos a seguir para a redução da pegada ambiental. Mas o que é certo é que já existem muitos actores do sector visivelmente preocupados em encontrar soluções que possam dar resposta a exigência que virão no futuro.

27/03/2017
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