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A importância de manter um rumo

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A importância de manter um rumo

Mensagem por Admin em Qua Mar 29, 2017 11:25 am

O último relatório do boletim Norte Conjuntura, relativo ao 4.º trimestre de 2016, publicado pela CCDR-N, salienta um aumento de mais 35 mil pessoas empregadas, o que permitiu o mais acentuado crescimento do emprego nos últimos 15 anos em termos homólogos. O relatório identifica as tendências que marcam a evolução económica, a curto prazo, no território, sendo que o ramo de atividade que, em termos homólogos, mais impulsionou o crescimento do emprego na Região do Norte foi o das atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares, com mais 18 mil empregados do que um ano antes! Significa isto que o emprego científico cresceu, o que não poderá deixar de estar relacionado com os fortes apoios do programa operacional regional Norte 2020 ao sistema científico regional no seu conjunto. Ou seja, as políticas públicas, se corretamente direcionadas, podem influenciar a fixação de emprego qualificado.

Com o risco de pisar os limites da impertinência, recordo que este era exatamente um dos pilares em que assentam as prioridades do maior programa operacional regional de sempre, o Norte 2020. De facto, conforme tive o cuidado de publicamente referir, as prioridades relativas à ciência e inovação, a competitividade das PME e a qualificação dos recursos humanos concentram dois terços dos recursos financeiros, de um total de 3,4 mil milhões de dotação do programa. O que significa na prática que é o terço que sobra aquele que se destina a financiar os projetos com intervenções no território levados a cabo por autarquias e outras entidades públicas.

Esta opção, sendo politicamente consensual, sobretudo quando é necessário falar de forma politicamente correta, está longe de ser pacífica. Implicou muitas vezes saber dizer não aos desejos absolutamente legítimos de mais dinheiro para as intervenções materiais mais convencionais. Não porque as verbas a empregar neste tipo de projetos não sejam legítimas, mas porque a utilização pública dos fundos estruturais implica fazer opções: se o futuro da região passa pelo aumento da sua competitividade através da ciência e inovação, apoio às PME e qualificação dos seus recursos humanos, então é aqui que se devem concentrar a maior parte dos recursos. Respeitando ainda o equilíbrio territorial em favor dos espaços com menor rendimento.

Infelizmente, alguns sinais públicos apontam em sentido contrário, o que pode ser simpático no imediato, mas tem consequências muito negativas no futuro. Porque para se manter o rumo é necessário saber dizer muitas vezes que não!

* PROFESSOR CATEDRÁTICO DA UNIVERSIDADE DO PORTO

Emídio Gomes*
Hoje às 00:01
Jornal de Notícias

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Cláudio Carneiro


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