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Ministro da Economia português quer China a investir no setor produtivo

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Ministro da Economia português quer China a investir no setor produtivo

Mensagem por Admin em Qua Mar 29, 2017 12:42 pm


O ministro da Economia português, Manuel Caldeira Cabral, quer atrair investimento chinês para o setor produtivo em Portugal, depois de a China ter comprado nos últimos anos importantes ativos portugueses.

"Neste momento, estamos a realçar as oportunidades que existem de atrair investimento na área produtiva, que complemente o investimento das empresas chinesas em ativos", afirmou em Pequim Caldeira Cabral.

A China tornou-se, nos últimos anos, um dos principais investidores em Portugal, comprando participações importantes nas áreas da energia, dos seguros, da saúde e da banca.

O ministro português defende que o objetivo agora é que os chineses "venham produzir para dentro da Europa a partir de Portugal".

"Portugal é hoje um país que se afirma também pelo conhecimento, diferenciação da sua produção, qualidade da sua indústria e posição estratégica, que é uma vantagem e uma boa porta de entrada para as empresas chinesas no mercado europeu", disse.

Manuel Caldeira Cabral participou na China no Fórum Asiático BOAO, conhecido como 'Davos asiático', na província de Hainan, extremo sul do país.

O evento, que reuniu empresários, investidores, empresas e organizações internacionais, teve nesta edição como tema "Globalização e livre-comércio na perspetiva asiática", e contou com a presença de 80 ministros de vários países.

Numa altura em que as tendências populistas se alastram por vários países ocidentais, o fórum serviu para reforçar a nova postura pró-globalização adotada por Pequim.

"O tema foi a globalização e eu penso que foi no sentido de seguir a intervenção do Presidente da China [Xi Jinping] no [Fórum Económico Mundial de] Davos, uma intervenção muito forte a favor da globalização", explicou o ministro português.

"A mensagem que levei de Portugal é que é um país que está aberto ao comércio, quer estar envolvido no comércio internacional e não acredita neste novo protecionismo", revelou.

A retórica pró-globalização dos líderes chineses parece contrastar com as suas políticas internas, que continuam a impedir as empresas estrangeiras de participar em vários setores do mercado chinês ou a forçá-las a fazer parcerias com empresas locais e transferir tecnologia chave.


Caldeira Cabral diz, no entanto, que presenciou em BOAO o "empenho das autoridades chinesas em abrir o mercado em áreas-chave como, por exemplo, a área das compras públicas, em que querem, cada vez mais, tratar as empresas europeias e estrangeiras que estão na China como empresas nacionais".

A nova visão global de Pequim ganha forma através da iniciativa Nova Rota da Seda, um gigante plano de infraestruturas, que pretende reativar a antiga Rota da Seda entre a China e a Europa através da Ásia Central, África e Sudeste Asiático.


Segundo as autoridades chinesas, aquela iniciativa vai abranger 65 países e 4,4 mil milhões de pessoas, cerca de 60% da população mundial.

Durante a visita que fez à China, em outubro passado, o primeiro-ministro português, António Costa, destacou a importância estratégica do porto de Sines, apelando à inclusão deste na Nova Rota da Seda.


Caldeira Cabral admitiu que "há um interesse muito grande do Governo chinês e das empresas chinesas pela posição estratégica que Sines tem, sendo o porto mais próximo do Pacífico, devido à rota que passa pelo canal do Panamá".


"O que realçamos aqui é que Portugal, com todos os seus portos, e em especial o porto de Sines, pode ser a porta de entrada da China para a Europa", concluiu.

13 h
POR LUSA
Notícias ao Minuto

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Cláudio Carneiro


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