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Cada vez menos um país de doutores

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Cada vez menos um país de doutores

Mensagem por Admin em Seg Abr 03, 2017 11:06 am

Quando Nuno Crato anunciou "uma grande aposta" no ensino técnico e na formação profissional, o país caiu-lhe em cima. Que estava a limitar as hipóteses dos miúdos, a condená-los a um futuro profissional medíocre, a empurrá-los para vias secundárias em vez de promover a sua integração na via de ensino regular que lhes permitiria seguir para um curso superior. Considerações próprias de quem ainda acredita que só a universidade pode garantir um futuro profissional condigno - e que claramente não olha para os números do desemprego jovem, que entre licenciados se mantém há cinco anos acima dos cem mil portugueses. Por comparação, a média europeia revela que 85% dos que optam por cursos profissionais - que aqui são muito mais de hotelaria, restauração, cozinha, informática do que de carpintaria, eletricidade ou serralharia -, ao fim do primeiro ano após a formação estão empregados.

Felizmente, a sensibilidade em relação aos cursos profissionais parece ter mudado e hoje é uma ambição assumida também pelo atual governo que mais de metade dos alunos cumpram o secundário neste modelo, em vez de prosseguirem estudos no currículo regular chegando ao fim do 12.º ano, nesse caso sim, sem grandes saídas.

Na última década, o número de alunos no ensino profissional quase quadruplicou, mas de seguida estagnou, havendo hoje cerca de 109,5 mil a optar por esta via, cuja maior vantagem consiste precisamente em chegar ao fim do secundário pronto para construir uma carreira na profissão escolhida. Até Marcelo lembrou recentemente a importância "fundamental para o desenvolvimento do país" de garantir a aposta nestes cursos, com qualidade. Não é preciso nem desejável que todos sejamos doutores. E Portugal, cada vez mais um país apostado nos serviços, só tem a ganhar ao saber formar cada vez melhores, mais competentes e realizados trabalhadores nestas áreas.

Claro que há ajustes a fazer, quer nas áreas de oferta quer nas desejáveis parcerias com empresas que possam assegurar futuras colocações logo à saída das escolas. Mas este é um caminho em que faz sentido apostar, para que as próximas gerações ganhem vantagem competitiva.

03 DE ABRIL DE 2017
00:01
Joana Petiz
Diário de Notícias

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