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​China e EUA: rumos cruzados

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​China e EUA: rumos cruzados

Mensagem por Admin em Qua Abr 05, 2017 11:21 am

 Foto: Roman Pilipey/ EPA

A superpotência isola-se, a China afirma-se no plano externo.

Na próxima sexta-feira Trump recebe, na Florida, o presidente da China, Xi Xinping. Será o encontro entre o líder de uma superpotência, os Estados Unidos, que recua nas suas responsabilidades internacionais, e de um grande país que, prudentemente, passo a passo, vai assumindo mais responsabilidades e ambições externas.
Trump irá pressionar Xi Jinping para ajudar a conter a Coreia do Norte – mas parece não ser grande táctica negocial ter antecipadamente dito que, se a China não colaborar, os EUA resolverão sozinhos o problema. Com um ataque preventivo, presume-se, contrário à política externa de alheamento cara a Trump. A menos que tenha sido mais uma frase inconsequente do inquilino da Casa Branca.

O enorme défice na balança comercial dos Estados Unidos com a China foi tema insistente da campanha eleitoral de Trump, que ameaçou com o proteccionismo. Ao mesmo tempo que, em Davos, Xi Jinping defendia a globalização e o comércio internacional... Uma irónica inversão de papéis. Entretanto, perdeu sentido a queixa de Trump de que os chineses manipulam a cotação da sua moeda, desvalorizando-a para ganharem competitividade nos mercados: o yuan tem subido.

Um ponto será agradável para Xi Jinping: Trump não irá maçá-lo com protestos sobre violações das liberdades e dos direitos humanos na China. Esta semana o Presidente dos EUA recebeu o Presidente do Egipto, general al-Sisi (um autocrata pior do que Mubarak), e esse tipo de assuntos ficou fora da conversa.

Assim a China vai avançando na cena internacional. “À chinesa”, sem alterações bruscas, mas invertendo claramente o isolacionismo do passado. E assim irá preenchendo o vazio deixado por uma América virada para dentro.

05 abr, 2017
FRANCISCO SARSFIELD CABRAL
Rádio Renascença

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