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O sonho americano

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O sonho americano

Mensagem por Admin em Sex Abr 07, 2017 10:42 am

Milhares e milhares de imigrantes chegam às terras do Tio Sam com pouco mais nas mãos do que o sonho de um vida melhor.

O sonho americano ("the American dream") é uma expressão ainda muito corrente nos Estados Unidos. Desde há séculos, milhares e milhares de imigrantes chegam às terras do Tio Sam com pouco mais nas mãos do que o sonho de um vida melhor.

Muitos temem que, durante o consulado de Trump, a situação mude significativamente, e com razão: tal como muitos outros políticos populistas, a promessa do proteccionismo é um dos pilares da plataforma do presidente: tanto o protecionismo no que respeita às importações como o proteccionismo no que respeita à imigração.

No entanto, o trabalho de Raj Chetty e outros colegas economistas sugere que o desmoronamento do sonho americano não é coisa de agora: é algo que começou há décadas. Chetty começa a sua apresentação com um gráfico muito elucidativo: a percentagem de americanos que atingem um nível económico superior ao dos seus progenitores. Em 1960, cerca de 90% dos americanos eram mais ricos do que os pais! Um valor altíssimo e que corresponde, de alguma forma, à ideia do sonho americano.

Desde então, esta percentagem tem diminuído paulatinamente, ficando-se hoje em dia pelos 50%. É como atirar uma moeda ao ar: cada americano pode estar melhor ou pior que os seus pais, cada possibilidade com igual probabilidade.

Em parte, isto deve-se a menores taxas de crescimento. Durante muitas décadas, os americanos habituaram-se a 2%. Agora têm de viver com 1% ou menos.

No entanto, Chetty mostra que a quebra do crescimento apenas explica uma pequena fracção da quebra do sonho americano. O principal factor prende-se com a concentração dos benefícios do crescimento. Fossem esses distribuídos de forma semelhante ao que eram, digamos, em 1970, então a percentagem de americanos em situação melhor que os seus pais seria mais próxima dos 90% do que dos 50%.

O crescimento da desigualdade é, claramente, um dos grandes problemas do Século XXI.

07 abr, 2017
LUÍS CABRAL
Rádio Renascença

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