Olhar Sines no Futuro
BEM - VINDOS!!!!
Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Conectar-se

Esqueci minha senha

Palavras chave

Últimos assuntos
Galeria


Setembro 2017
DomSegTerQuaQuiSexSab
     12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

Calendário Calendário

Flux RSS


Yahoo! 
MSN 
AOL 
Netvibes 
Bloglines 


Quem está conectado
12 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 12 Visitantes :: 2 Motores de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 864 em Sex Fev 03, 2017 11:03 pm

SIMULADOR: FAÇA DE “SUPER-MINISTRO(A) DAS FINANÇAS” E TENTE REDUZIR A DÍVIDA PÚBLICA ATÉ 2045

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

SIMULADOR: FAÇA DE “SUPER-MINISTRO(A) DAS FINANÇAS” E TENTE REDUZIR A DÍVIDA PÚBLICA ATÉ 2045

Mensagem por Admin em Sab Abr 08, 2017 5:25 pm



  1. Como vai evoluir a dívida pública na próxima década? 

  2. Quanto tem de crescer o PIB para que Portugal consiga ficar finalmente na ‘zona de segurança’ dos 60% exigidos pelas regras europeias? A partir de que taxa de juro é que a dívida pública entra numa trajectória de crescimento explosiva? 

  3. E será que é preciso eliminar o défice para acabar com a dívida?


Uma forma simples de responder a estas questões é através de um exercício de simulação. Esta ferramenta dá-lhe essa possibilidade. Imagine que é um “Super-Ministro(a) das Finanças” durante alguns minutos e que é capaz de determinar os principais factores que afectam a dívida pública.

O primeiro cenário, dado pela linha azul, mostra-lhe a evolução esperada da dívida pública nas próximas décadas, se o défice se mantiver ao nível de 2016 e se se confirmarem as previsões actuais para o crescimento e taxas de juro. O segundo cenário cabe-lhe a si determinar: reduzindo (ou aumentando) o défice e fixando a taxa de crescimento do PIB real e a taxa de juro cobrada ao estado, pode descobrir o impacto destes factores no longo prazo.

COMO UTILIZAR?

1. Escolha os valores para a taxa de crescimento do PIB e taxa de juro ao longo das próximas décadas. Um crescimento mais alto permite diluir a dívida num PIB maior. A subida da taxa de juro, por outro lado, contraria (e pode até anular) este efeito. Os valores pré-definidos estão fixados em torno das previsões feitas pelo Conselho das Finanças Públicas e pelo Orçamento do Estado de 2017.

2. Conduza a política orçamental. A barra ‘consolidação orçamental’ permite-lhe reduzir o défice público, até um valor máximo de 5% do PIB em 2017. Se quiser testar os efeitos de um aumento do défice basta seleccionar um valor negativo. Obviamente, quanto mais alto for o défice mais rápido crescerá a dívida.

3. Inclua as pressões demográficas. O envelhecimento da população gera grandes pressões sobre as contas públicas. Se desejar incluí-las, coloque “sim” no botão correspondente.

4. Escolha os efeitos da consolidação na economia. Se quiser, pode permitir que a consolidação orçamental tenha impacto no crescimento da economia. Ao escolher um valor positivo para o botão ‘multiplicador’, os seus planos orçamentais vão influenciar o PIB, gerando efeitos de feedback que tornam a análise mais complexa, mas também mais desafiante.

Fórmulas e hipóteses

A evolução da dívida pública é determinada pela conhecida equação

ΔDPt = DPt-1 * (i - g) - SPt, em que:
ΔDPt corresponde à variação da dívida pública no ano em curso
DPt-1 corresponde ao valor da dívida pública no ano anterior
i corresponde à taxa de juro total sobre o stock completo de dívida
g corresponde à taxa de crescimento do PIB nominal
SP representa o saldo primário das contas públicas.
A taxa de juro está fixada 3,3% em 2017, com os valores subsequentes a serem escolhidos pelo utilizador. O valor pré-definido de 2018 em diante é 3,5%, em linha com os números do Orçamento do Estado para 2017.

A taxa de crescimento real do PIB é de 1,3% em 2017, conforme previsto pelo Conselho das Finanças Públicas (CFP). Os valores seguintes são escolhidos pelo utilizador, correspondendo a pré-definição aos 1,4% que também constam das previsões do CFP. A taxa de inflação, necessária para converter o crescimento real em nominal, é de 1,1% em 2017 e converge lentamente ao longo dos cinco anos seguintes para 2%, também em linha com as expectativas do CFP.

O Saldo Primário é fixado inicialmente em 1,8% do PIB, o valor esperado pela Comissão Europeia para 2016, líquido de medidas one-off e outros factores temporários. Este Saldo Primário pode ser afectado pela consolidação orçamental escolhida pelo utilizador e pelos custos de envelhecimento. Estes custos dizem respeito à despesa acrescida com pensões e cuidados hospitalares, tal como previsto pela Comissão Europeia no Ageing Report 2015.

A escolha de um multiplicador superior a zero faz com que a consolidação orçamental afecte negativamente o crescimento do PIB. Este efeito é revertido ao longo dos sete anos seguintes, o que significa que a travagem sentida no ano da consolidação é compensada por uma aceleração da taxa de crescimento nos anos seguintes.

Sitio do site da "Fronteiras XXI de Por Data e RTP" - "https://fronteirasxxi.pt/simuladordivida/"

_________________
Cláudio Carneiro


Facebook
avatar
Admin
Admin

Mensagens : 16760
Pontos : 49157
Reputação : 0
Data de inscrição : 07/12/2013
Idade : 30
Localização : Sines

Ver perfil do usuário http://olharsinesnofuturo.criarforum.com.pt

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum