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Apanhar o comboio

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Apanhar o comboio

Mensagem por Admin em Seg Abr 17, 2017 11:24 am


A oportunidade está a desenhar-se à nossa frente e as ferramentas estão à mão.

Apesar de a retórica de Donald Trump, desde a campanha eleitoral para a presidência dos EUA, desvalorizar questões como o aquecimento global, o fim do petróleo e a necessidade de apostar em energias limpas e sustentáveis, todos os dias vamos tendo sinais de que esse caminho continua a ser seguido e os investimentos a ser feitos. Há uma semana, o presidente da EDP, António Mexia, dizia ao Dinheiro Vivo que a aposta em energias renováveis nos Estados Unidos vai ser o motor de crescimento da elétrica nacional. 

Nesta semana, o presidente do Instituto de Soldadura e Qualidade conta-nos como é a participação do ISQ num projeto de 13 mil milhões de euros para pôr a funcionar um reator de fusão nuclear, um sonho desde os tempos da Guerra Fria que deve entrar em testes em 2025. O reator vai ocupar uma área de 60 campos de futebol e promete produzir a energia do “Sol na terra”: grandes quantidades de eletricidade limpa e sem resíduos radioativos, o que prova que, apesar das retóricas, o paradigma da eletricidade está aí a chegar. 

A participação de Portugal neste projeto, em que o ISQ tem 17 engenheiros em permanência, põe o país no pelotão da frente na fase de investigação. E em fevereiro foi confirmado que Portugal tem uma das maiores reservas de lítio da Europa: considerado o petróleo do futuro, a prospeção em Trás-os-Montes deste metal usado nas baterias de tudo o que é aparelho elétrico, incluindo automóveis, deve estar garantida para um período de mais de dez anos. O que mostra que estamos no sítio certo para a investigação da energia do futuro e temos o metal certo para a podermos explorar. Acresce a isso o investimento feito nos últimos anos nas eólicas e os muitos dias de sol que valorizam a energia solar. Até Angela Merkel defende que Portugal e Espanha devem investir mais nesta última. 

A oportunidade está a desenhar-se à nossa frente e as ferramentas estão à mão. É essencial não perder esta tendência que pode transformar a nossa indústria, os nossos hábitos e a nossa economia. À primeira vista, estamos no caminho certo, mas é também a altura de garantir que apanhamos o comboio e que não nos roubam o lugar. 

Filipe Morais 
15.04.2017 / 07:00
Dinheiro Vivo 

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