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Mercados emergentes: um olhar atento

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Mercados emergentes: um olhar atento

Mensagem por Admin em Seg Jan 05, 2015 6:29 pm


Dentro das quatro principais regiões de mercados emergentes - América Latina, Europa de Leste, Médio Oriente e Ásia - a América Latina é a única região que negoceia a um valor mais elevado em relação ao seu histórico do rácio preço/lucro.


No início deste ano, as acções dos mercados emergentes foram-se aproximando rapidamente ao status de pária. Após vários anos de fraco desempenho, a maioria dos investidores, tanto de retalho como institucionais, estavam pouco ou nada expostos a este mercado. A moeda fraca em comparação com as moedas dos países desenvolvidos foi um dos factores. Para além disso, o preço das acções dos mercados emergentes era muito sensível a mudanças na política da Reserva Federal dos EUA, e em relação às expectativas em relação ao sistema bancário e à economia da China. Estes factores, em conjunto, desencorajaram muitos investidores.

Desde o final de Março, mês que assinalou o valor mais baixo para muitas acções dos mercados emergentes, registou-se uma melhoria significativa. Até ao final de Agosto, os acções dos mercados emergentes superaram as dos mercados desenvolvidos. Pela primeira vez em muitos meses, os investidores regressaram às acções dos países emergentes, com os fluxos de caixa a tornarem-se positivos em Agosto (ou seja, mais dinheiro foi investido em acções emergentes do que foi levantado nesse mês).

Contudo, os últimos meses têm sido desafiantes para os mercados emergentes. No entanto, continuamos a acreditar que estes mercados emergentes representam uma oportunidade a longo prazo, e que os investidores devem voltar a olhar para os seus investimentos nestes mercados.

É obviamente importante ter em mente que, pelo menos, historicamente, os mercados emergentes têm sido mais arriscados que os seus homólogos dos mercados desenvolvidos, e carregam um maior potencial de perda de capital. Há sempre a possibilidade destes mercados terem dificuldade em seguir em frente. Porém, como diz o velho ditado, o desempenho passado nem sempre é um guia para o desempenho futuro.

É por isso que é importante notar que os mercados emergentes não todos são iguais. A selecção dos países continua a ser vital. Sugerimos fazer uma abordagem selectiva em relação aos mercados emergentes e, possivelmente, evitar os mercados que têm maiores riscos económicos ou políticos, como a Rússia, a favor de outros países.

Dentro dos mercados emergentes, há diferenças significativas na forma como as acções parecem ser caras ou baratas em relação à sua história ou a outros mercados emergentes. Há também uma disparidade no que respeita a força macroeconómica e a estabilidade política. Tal ajuda a explicar porque é que temos observado um declínio nas correlações dos mercados emergentes - ou seja, o porquê de todas as acções de países de mercados emergentes subirem, ou caírem, ao mesmo tempo. Como a maioria das classes de activos, a correlação intra-país nos mercados emergentes atingiu um pico em 2008 de quase 80%. Desde então, as correlações têm vindo a cair e estão perto de 60%, o menor nível desde 2005. O que isto significa é que os investidores não podem mais adoptar uma abordagem universal para os mercados emergentes. A melhor maneira de investir nos mercados emergentes poderá ser, portanto, a de considerar um único país ou de recorrer a fundos regionais.
 
Para além disso, embora a classe de activos continue a ser barata em comparação com os mercados desenvolvidos, há uma diversidade significativa quando se trata de avaliações regionais.
Dentro das quatro principais regiões de mercados emergentes - América Latina, Europa de Leste, Médio Oriente e Ásia - a América Latina é a única região que negoceia a um valor mais elevado em relação ao seu histórico do rácio preço/lucro. Porquê? Porque houve uma subida acentuada das acções brasileiras sem um aumento correspondente no lucro). Em contraste com a América Latina, a Europa Oriental e o Médio Oriente negoceiam com um desconto significativo em comparação com a sua história, mas o preço baixo é em grande parte devido a um desconto persistente e nas acções russas.
Enquanto isso, as avaliações de acções Asiáticas estão em grande parte em linha com a sua média histórica, aprovisionando algum espaço para crescimento, se os fundamentos continuarem a melhorar. Estas não tiveram o mesmo crescimento que outras regiões devido ao facto de que a China continua a ser um mercado barato.
 
Um dos desafios dos investimentos hoje em dia é encontrar uma classe de activos que não seja cara nem tóxica. Quase seis anos de políticas extraordinárias por parte dos bancos centrais do mundo deixaram praticamente todas as classes de activos em posições incomuns, muitos parecendo demasiado caros, outros com justo valor, ou outros bem acima do valor justo. De um modo geral, as acções de mercados emergentes são uma excepção. A classe de activos negoceia abaixo do seu valor histórico, e se não é barato por si só, quando comparado com outras classes de activos, em termos relativos, é. Dentro dos mercados emergentes, a Ásia oferece uma boa combinação de avaliações razoáveis, melhorando os fundamentos e os catalisadores potencialmente positivos, como as eleições e reformas.


Posto isto, os riscos permanecem, mais particularmente no que respeita a extensão e intensidade da dívida e bolha imobiliária da China. No entanto, por agora, acreditamos que os riscos são principalmente contabilizados no preço dos bancos chineses, embora propriedades e empresas de construção chinesas possam estar ainda vulneráveis. Consideramos que os mercados emergentes asiáticos, não estando isentos de riscos ou desvantagens, oferecem algo excepcionalmente raro no mercado de hoje em dia: o potencial de uma classe de activos subvalorizada. 

05 Janeiro 2015, 12:45 por Russ Koesterich
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