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Cante novo, antigo, popular, humorístico. Sempre alentejano

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Cante novo, antigo, popular, humorístico. Sempre alentejano

Mensagem por Admin em Sab Jan 24, 2015 1:47 pm



O convite do Centro Cultural de Belém chegou quando a delegação que representou o Cante Alentejano na reunião da Unesco, em Paris, ainda não tinha voltado a Portugal. Doze grupos sobem amanhã ao palco para cantarem modas que contam a história deste canto polifónico e a da terra. Alentejo, Alentejo, moda convertida em hino, não podia faltar

Cantadores e representantes da candidatura ainda não tinham chegado a Portugal com a distinção de Património Cultural e Imaterial da Humanidade da UNESCO e já estavam a receber o convite de António Lamoas, novo presidente do Centro Cultural de Belém, para subirem ao palco do Grande Auditório. É amanhã, dia 25, dois meses depois de terem inscrito o cante alentejano nas tradições mundiais a preservar.

Doze grupos foram convidados para cantar por Paulo Lima, antropólogo e membro da comissão organizadora da candidatura, através da Casa do Cante, com sede em Serpa. "A minha ideia foi escolher grupos que pela sua história nos permitissem contar a história do cante e do país", afirma. E por isso o espetáculo abre com uma moda ao piano, Ao Baptista, cantada pelo Conservatório do Baixo Alentejo, de Beja. "É o eco mais antigo do cante que se conhece", explica.

Depois, foi fazer um equilíbrio, e mostrar grupos jovens - Os Mainantes, por exemplo -, ou só de mulheres, como as Papoilas do Corvo, ou mistos, como o Grupo de Cantares de Évora, e a diáspora, grupos que nasceram e cresceram na cintura de Lisboa, como os Amigos do Alentejo do Feijó. Em 150 grupos que se conhecem, e o número é de Paulo Lima, a maioria ia ficar de fora e isso era dado assente. "Mas penso que todos os grupos se sentem representados", diz.

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por Lina Santos
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