Olhar Sines no Futuro
BEM - VINDOS!!!!
Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Conectar-se

Esqueci minha senha

Palavras chave

tvi24  

Últimos assuntos
Galeria


Novembro 2017
DomSegTerQuaQuiSexSab
   1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Calendário Calendário

Flux RSS


Yahoo! 
MSN 
AOL 
Netvibes 
Bloglines 


Quem está conectado
11 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 11 Visitantes :: 1 Motor de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 864 em Sex Fev 03, 2017 11:03 pm

Cante novo, antigo, popular, humorístico. Sempre alentejano

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Cante novo, antigo, popular, humorístico. Sempre alentejano

Mensagem por Admin em Sab Jan 24, 2015 1:47 pm



O convite do Centro Cultural de Belém chegou quando a delegação que representou o Cante Alentejano na reunião da Unesco, em Paris, ainda não tinha voltado a Portugal. Doze grupos sobem amanhã ao palco para cantarem modas que contam a história deste canto polifónico e a da terra. Alentejo, Alentejo, moda convertida em hino, não podia faltar

Cantadores e representantes da candidatura ainda não tinham chegado a Portugal com a distinção de Património Cultural e Imaterial da Humanidade da UNESCO e já estavam a receber o convite de António Lamoas, novo presidente do Centro Cultural de Belém, para subirem ao palco do Grande Auditório. É amanhã, dia 25, dois meses depois de terem inscrito o cante alentejano nas tradições mundiais a preservar.

Doze grupos foram convidados para cantar por Paulo Lima, antropólogo e membro da comissão organizadora da candidatura, através da Casa do Cante, com sede em Serpa. "A minha ideia foi escolher grupos que pela sua história nos permitissem contar a história do cante e do país", afirma. E por isso o espetáculo abre com uma moda ao piano, Ao Baptista, cantada pelo Conservatório do Baixo Alentejo, de Beja. "É o eco mais antigo do cante que se conhece", explica.

Depois, foi fazer um equilíbrio, e mostrar grupos jovens - Os Mainantes, por exemplo -, ou só de mulheres, como as Papoilas do Corvo, ou mistos, como o Grupo de Cantares de Évora, e a diáspora, grupos que nasceram e cresceram na cintura de Lisboa, como os Amigos do Alentejo do Feijó. Em 150 grupos que se conhecem, e o número é de Paulo Lima, a maioria ia ficar de fora e isso era dado assente. "Mas penso que todos os grupos se sentem representados", diz.

Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN

por Lina Santos
Diário de Noticias

_________________
Cláudio Carneiro


Facebook
avatar
Admin
Admin

Mensagens : 16760
Pontos : 49157
Reputação : 0
Data de inscrição : 07/12/2013
Idade : 30
Localização : Sines

Ver perfil do usuário http://olharsinesnofuturo.criarforum.com.pt

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum