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Estudo para viabilizar obras no cais de contentores de Sines, Quanto a um possível novo terminal de contentores, denominado Vasco da Gama e em relação ao qual se chegou a apontar o interesse da Dubai Port World, dos Emirados Árabes Unidos.

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Estudo para viabilizar obras no cais de contentores de Sines, Quanto a um possível novo terminal de contentores, denominado Vasco da Gama e em relação ao qual se chegou a apontar o interesse da Dubai Port World, dos Emirados Árabes Unidos.

Mensagem por Admin em Dom Fev 23, 2014 8:18 pm





O estudo que poderá viabilizar a aprovação, pelo Governo, do alargamento do cais de contentores de Sines para 1.230 metros fica pronto este mês, revelou hoje à agência Lusa o presidente da administração portuária.


Actualmente, está a decorrer o concurso para o alargamento do cais de 720 para 940 metros, o que permitirá atingir os 1,3 milhões de TEU (unidade equivalente a um contentor de 20 pés), mas a concessionária do terminal (PSA Sines) já requereu a extensão para 1.230 metros, alcançando os dois milhões de TEU.

A concretização do investimento está dependente da aprovação do Governo, que, segundo o presidente da Administração do Porto de Sines (APS), João Franco, pretende que a decisão seja "sustentada" num estudo "muito completo e inatacável". "Há vontade política de aceder ao que a PSA requereu. Só que, para que uma decisão destas não seja depois criticada no âmbito do Tribunal de Contas, tem de estar muito sustentada", explicou hoje o responsável, em entrevista à agência Lusa.

O estudo "está em elaboração", por parte da APS e da PSA Sines, e "estará pronto até ao final deste mês de agosto", sublinhou.

As obras implicam um investimento público, da administração portuária, "na casa dos 44 milhões" de euros, respeitante ao prolongamento do molhe e a "algumas dragagens", disse João Franco.

O concurso para a realização do estudo de impacto ambiental, também necessário, vai ser lançado, "no máximo", dentro de duas semanas, avançou.

O Terminal XXI "está com uma procura crescente", afirmou o gestor, tendo registado um crescimento "superior a 60%" até ao final do mês de Julho, em relação ao mesmo período de 2012.

O responsável defendeu ser preciso "apoiar" o "potencial" do cais de contentores, do qual também depende o crescimento do próprio porto, sobretudo em face da abertura, prevista para o próximo ano, do canal do Panamá.

Ao nível das infra-estruturas portuárias, Sines "tem condições para crescer", afirmou João Franco, ainda mais se "o Governo vier a autorizar a nova área de expansão do terminal de contentores".

"É claro que, depois, há o problema do transporte ferroviário dos contentores", frisou o gestor, que lidera a APS há pouco mais de um mês, tendo sucedido a Lídia Sequeira.

Ao contrário da sua antecessora, que defendeu, no final de Junho, que o investimento nas acessibilidades ferroviárias de Sines deveria ser uma "prioridade nacional" e a decisão tomada "agora", João Franco prefere saber "exactamente em que medida é que o crescimento do terminal de contentores depende da ferrovia".

Para tal, vai ser lançado um concurso para a elaboração de um estudo que "permita, até ao fim do ano, no máximo, ter a quantificação de qual esse grau de dependência", para "depois propor ao Governo as necessárias intervenções", revelou.
Entretanto, uma comissão, que integra a APS, a PSA Sines e a Refer, está a "analisar a maneira de melhor utilizar a via-férrea existente", o que vai permitir, "já no curto prazo, ter mais comboios em operação".

Quanto a um possível novo terminal de contentores, denominado Vasco da Gama, em relação ao qual se chegou a apontar o interesse da Dubai Port World, dos Emirados Árabes Unidos, para João Franco "não é uma prioridade".

"Não faz muito sentido criar outro terminal enquanto este [Terminal XXI] não estiver absolutamente esgotado, o que não é o caso", sustentou.

"Se o fizéssemos", argumentou, "até poderíamos pôr em causa a solidez financeira, a viabilidade e a rentabilidade do investimento até agora efectuado" pela PSA Sines (cuja empresa mãe é a Port of Singapore Authority).

Lusa/SOL

5 de Agosto, 2013
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