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Não acabar a RTE-T custaria mais que construí-la

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Não acabar a RTE-T custaria mais que construí-la

Mensagem por Admin em Sex Jun 26, 2015 5:03 pm


Se porventura a União Europeia não investisse mais na conclusão dos nove corredores prioritários da RTE-T, os 28 arriscariam perdas de triliões de euros no PIB e de milhões de postos de trabalho, sustenta o Fraunhofer Institut.

O estudo chama-se precisamente “Custos da não conclusão da RTE-T”. Na sua análise, o instituto alemão assume o objectivo de Bruxelas de concluir a rede core da RTE-T até 2030 e os custos estimados de 457 mil milhões de euros (que não abrangem toda a rede; na verdade, em Bruxelas admite-se que a rede poderá custar 700-750 mil milhões).

Partindo do pressuposto teórico de um desinvestimento total na RTE-T a partir de 2015, o Fraunhofer Institut estima que isso implicaria uma perda de 294 milhões de euros/ano para o PIB da União Europeia e a não criação de 730 mil empregos/ano.

Em termos acumulados, em 2030 as perdas do PIB comunitário ascenderiam a 2,6 triliões de euros e as perdas de postos de trabalho seriam de dez milhões.

Os autores do estudo concluem, assim, que cada euro investido na RTE-T gera seis euros para o PIB comunitário, e que por cada mil milhões de euros de investimento são criados 20 mil postos de trabalho.

Os resultados são ainda mais dramáticos num cenário em que o desinvestimento se concentrasse nas ligações transfronteiriças da RTE-T. Nesse caso, o investimento reduzir-se-ia em 43 mil milhões de euros, mas as perdas acumuladas para o PIB comunitário seriam de 725 mil milhões de euros e os empregos não criados atingiriam os 1,9 milhões, até 2030.

Neste caso, sustenta o Fraunhofer Institut, o retorno do investimento na RTE-T é ainda maior: cada euro investido gera 17 euros para o PIB e cada mil milhões de euros de investimento cria 44 500 postos de trabalho.

Depois de múltiplos atrasos, a Comissão Europeia aposta em concluir a rede core da RTE-T até 2030, para o que reforçou os mecanismos de financiamento com a criação do CEF e, mais recentemente (e neste caso não especificamente), com o Plano Juncker.

26 Junho, 2015 at 14:45
por T&N

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Cláudio Carneiro


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