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Entidades do Baixo Alentejo exigem conclusão das obras no IP2 e na A26/IP8

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Entidades do Baixo Alentejo exigem conclusão das obras no IP2 e na A26/IP8

Mensagem por Admin em Seg Jul 20, 2015 6:46 pm

Entidades representativas do Baixo Alentejo exigiram hoje a conclusão das obras de requalificação do Itinerário Principal (IP) 2 e de construção da A26/IP8 e a reparação da rede de estradas regionais.

A exigência do Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), que reúne as entidades representativas da região, surge numa posição sobre as acessibilidades regionais tomada na mais recente reunião do órgão e enviada hoje à agência Lusa.

Segundo o conselho, as obras de requalificação do IP2, entre São Manços (Évora) e Castro Verde (Beja), e de construção dos lanços da A26/IP8 entre Sines e Santa Margarida do Sado, incluídas na subconcessão do Baixo Alentejo e suspensas em 2011, "só agora foram parcialmente retomadas" e a empresa Infraestruturas de Portugal indica que "alguns trabalhos serão de reparação, não dando como concluída a totalidade dos troços".

No "estado de degradação" em que estão, "desrespeitando todas as normas de segurança rodoviária", as estradas, que "constituem um pilar essencial do desenvolvimento", têm contribuído para "aumentar o número de acidentes" e para "elevados prejuízos" aos mais diversos níveis, designadamente junto da população utente, das empresas e de entidades, alerta o conselho.

Os municípios do Baixo Alentejo queriam que a A26 fosse construída entre Sines e Beja, como inicialmente previsto, mas como foi cancelada a construção dos lanços entre Santa Margarida do Sado e Beja exigem, em alternativa, a requalificação do IP8, aproveitando infraestruturas já construídas no âmbito das empreitadas nos troços cancelados.

"Só dispondo de boas vias será possível o desenvolvimento do Alentejo", porque "as acessibilidades são um fator determinante para potenciar as infraestruturas, os recursos existentes, a criação de riqueza, o emprego e a fixação das pessoas", defende o conselho.

O conselho garante que "tudo fará em prol desta causa" para "dignificar as pessoas destes territórios de baixa densidade, envelhecidos e cada vez mais empobrecidos".

Actualizado há 6 horas e 51 minutos
Diário de Notícias da Madeira

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Cláudio Carneiro


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