Olhar Sines no Futuro
BEM - VINDOS!!!!
Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Conectar-se

Esqueci minha senha

Palavras chave

tvi24  

Últimos assuntos
Galeria


Dezembro 2017
DomSegTerQuaQuiSexSab
     12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31      

Calendário Calendário

Flux RSS


Yahoo! 
MSN 
AOL 
Netvibes 
Bloglines 


Quem está conectado
21 usuários online :: Nenhum usuário registrado, Nenhum Invisível e 21 Visitantes :: 2 Motores de busca

Nenhum

O recorde de usuários online foi de 864 em Sex Fev 03, 2017 11:03 pm

Zona Franca Industrial de Sines

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Zona Franca Industrial de Sines

Mensagem por Admin em Sab Mar 15, 2014 7:52 pm

Estão separados para a ter a vista da costa do sul cheiro navios a aguardar a vez a chegar ao caís dos terminais do porto de Sines a parti de 2015 no meio do ano como a criação de zona franca industrial com o maior fluxo de investimento em Sines? 




A contra a continuar a ser a Madeira a uma zona franca industrial como a sua autonomia de escolha e de poder do seu caminho económico e os outros serviços públicos não esta a apresentar a uma boa solução de crescimento da economia nacional é o facto e o governo regional a fazer os pedidos para a Republica Portuguesa a enviar o dinheiro dos fundos públicos para a região como o desvio para as obras públicas regionais como a criação a divida regional como a perdia do Estado Português o fundos públicos o crescimento da economia e o aumento de divida de Portugal como a razão é uma ilha não a ter as ligações terrestres e só as ligações marítimas e aéreas contêm de menor capacidade de movimento de mercadorias como a esta a responde aumento de divida regional e a contra preposta é a responda a passar a ser a região de porto de Sines a uma zona franca industrial como a uma área de 341,32 kms quadrados o território das Juntas Freguesias de Sines, de Vila Nova de Santo André e de Santiago do Cacém nos Município de Sines e Município Santiago do Cacém como o crescimento dos fluxos de trabalhadores imigrantes o aumento habitação como o crescimento dos núcleos urbanos a criação de uma região metropolitana no Litoral Alentejano como o crescimento fluxo investimento industrial e logístico como o crescimento da área de logística para a uma maior plataforma logística intercontinental na União Europa e na Zona Euro como o crescimento da economia nacional a apoiar a apagar a divida do Estado Português como a capacidade a estar no continente para a maior de capacidade de movimento de mercadorias como as ligações terrestres, ferrovia e marítima coligação a ligação de aérea.


A ser o apoiado o Estado Português a dar a autonomia para as região chama-se regionalismo, as regiões poder escolha das suas politicas públicas no seu caminho da evolução no futuro a desta região, as financeiras e a economicamente, há riscos como a falha de olhar da real as regiões a véu os problemas são a economia o poder a capacidade apoio as políticas da região como a criação as novas dividas na região o risco de região como a ajudar a economia nacional a apagar a divida pública do Estado Portugal, há três regiões espaciais como o volume económico, como a capacidade a ser as regiões de testes são a Região Metropolitana de LISBOA, a Região Metropolitana de Porto e a futura Região Metropolitana de Sines como uma espacial caracterização de ser uma zona franca industrial intercontinental como a reduzir de impostos e a eliminar as taxas da região como a crescimento da economia da pequena área território continental a atrair os investimentos nacionais ou internacionais para o crescimento economia nacional para a criação de fundos a apagar a divida do Estado Português e a aumento das exportações e das importações a ser a verdadeira porta entrada a Europa, esta a fora as ilhas sá são as regiões ter a autonomia de escolhas das suas politicas públicas.




A opinião para o aumento de investimento em na nossa região ajudar a economia nacional, os investidores internacionais estão de olho com a sua atenção no porto de Sines, os investidores internacionais véu com interesse não era um elefante branco no litoral de Alentejo, os queria investir na região há problema é os impostos directos e indirectos de consumo e de industrial sem uma área baixos impostos, o governo terei fez entre duas coisa para havia aumento da região, a primeira coisa abaixar os impostos nacionais directos e indirectos de consumo e de industrial ou a segunda coisa cria uma zona franca com os impostos são mais baixos no território nacional com as razões ser claras de trabalho e de branca as leis nacionais e com uma administração da zona franca de Sines fez administração do território e das razões com área de administração de 341,32 kms quadrados.


Português: 

Sines: 




Santiago do Cacém: 




A aliança P3, que irá reunir os armadores Maersk, MSC e CMA CGM já escolheu Sines para operar em Portugal, segundo adiantou ao Negócios Belmar da Costa, "chairman" da European Community of Agents and Ship Brokers Association (ECASBA).



O ministro dos Negócios Estrangeiros, As exportações portuguesas para a Alemanha representaram no ano passado 7,5 mil milhões de euros, fazendo deste país o segundo destino dos produtos nacionais, anunciou hoje em Berlim o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete.

Para o governante português, este “volume considerável vem confirmar a qualidade da marca Portugal, tanto em setores tradicionais como em novas tecnologias”.

A Alemanha é também o segundo país no relacionamento comercial com Portugal enquanto origem das importações, afirmou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, intervindo na abertura do II Fórum Luso-Alemão, que decorre hoje e na terça-feira em Berlim.

“Esta chancela de qualidade associada a Portugal reflete-se igualmente no elevado investimento alemão no nosso país” – casos da Bosch, Siemens ou Volkswagen, instaladas no território nacional há mais de 100 anos -, destacou, acrescentando que as empresas podem “beneficiar de uma plataforma de projeção de outros mercados”, nomeadamente aos lusófonos, como o Brasil, Angola e Moçambique.

O ministro apontou ainda a “localização privilegiada” nos corredores marítimos de ligação entre a Europa, África e as Américas e frisou que o porto de Sines é, na Europa, o que tem “a melhor localização para a receção das cargas marítimas provenientes do renovado canal do Panamá”.

“Esta poderá ser uma motivação adicional à fixação de empresas alemãs em Portugal, seguindo exemplos de sucesso, como o da Volkswagen”, disse, destacando também que o país garante uma “política competitiva de incentivo ao investimento”.



Prefeito Monforte , Severino Rodriguez acredita que o porto seco é a chave para o transporte de mercadorias do Norte de Portugal para a Espanha e ao resto da Europa e disse isso em uma reunião em Viana do Castelo ( Portugal ), organizado pela Instituições de fronteira ibérica da Cruz Vermelha e envolvendo representantes políticos das autoridades económicas e técnicas de Portugal e da Galiza . A reunião também contou com a presença de Carlo Grandis , a direção geral de transportes da Comissão Europeia .

Representantes Eixo Atlântico políticas e económicas expressa a necessidade de reforçar as linhas de transporte que ligam os portos portugueses com a Espanha, França e na Europa Central. Um dos Sines , trata de Zaragoza de Extremadura e Castilla La Mancha e ligações Catalunha . A outra parte de Aveiro e atinge Palencia e Valladolid por Salamanca . Em seguida, continue para o País Basco , mas esta linha tem uma filial para a Galiza . Ou seja, um desvio ligaria os portos de A Coruña , Ferrol e Vigo com Monforte e da cidade Ela ligaria diretamente com bens e linha de Palencia de Aveiro.

MEDOS

A rivalidade entre o norte e o sul.
Na reunião de ontem eles vieram à tona alguns medos . O Eixo Atlântico defende linhas de Portugal são o recebimento de bens naturais por tudo o que vem do Canal do Panamá , mas teme-se que as autoridades espanholas , em vez de apostar em ligações Lisboa e Aveiro, aposta em outro corredor do Mediterrâneo , com a entrada de Algeciras. É por isso que os representantes da Galiza e Portugal querem um compromisso do Governo espanhol para a orla atlântica.


Espanhol:

Sines: 


Santiago do Cacém: 


O embaixador da Tailândia em Portugal, Chakorn Suchiva, acompanhado de um grupo de empresários tailandeses, visitaram recentemente o Porto de Sines. De acordo com a administração portuária “esta visita surge em seguimento ao primeiro contacto entre o diplomata e o Porto de Sines, recebido pelo Conselho de Administração no passado mês de Setembro, visita que teve como objetivo conhecer as características e potencialidades da infraestrutura portuária de Sines. 

Durante a reunião com o Conselho de Administração da APS foram apresentadas as principais características dos terminais portuários, fatores de competitividade e capacidade de expansão, reforçando-se o potencial do Porto de Sines em ser a porta de entrada de produtos tailandeses na Europa. A partir do Porto de Sines, o mercado tailandês é servido através de “transhipment” no Porto de Singapura, incluído no Lion Service, serviço direto que semanalmente liga Portugal ao Extremo Oriente, tanto à importação como à exportação.

Inglês:

Sines: 


Santiago do Cacém: 


O secretário-geral do PS, António José Seguro, em Setúbal que o aproveitamento dos recursos do mar deve ser uma prioridade para os governantes portugueses e defendeu a transformação do porto de Sines numa grande plataforma logística intercontinental. "É preciso ligar Sines ao mundo, por via marítima, e ligar Sines à Europa pela via ferroviária, mas para isso é preciso passar do enunciado discursivo para a acção", disse. 




"A acção significa investimento e o investimento significa ir buscar fundos comunitários para podermos aplicar nesta nossa visão", acrescentou António José Seguro, lembrando que o alargamento do canal do Panamá veio trazer novas oportunidades ao porto de Sines. O líder socialista falava perante cerca de duas centenas de apoiantes no encerramento da conferência distrital sobre `Conhecimento e Economia do Mar´, integrada na convenção do Partido Socialista `Novo rumo para Portugal´.




Para António José Seguro, Sines não deve ser apenas um porto de contentores, mas também um espaço para a instalação de empresas da indústria transformadora. "Vêm aí fundos comunitários. É necessário olhar para Sines de uma forma integrada e é necessário que Sines ajude ao desenvolvimento da economia e à criação de emprego, de que estamos tão necessitados", disse. 


"Devemos olhar para Sines não penas como uma plataforma logística onde entram e saem mercadorias, mas também como um espaço para a instalação de novas empresas de transformação de matéria-prima em produtos acabados ou semiacabados", acrescentou. António José Seguro salientou ainda a necessidade de se definirem estratégias e desenhar as políticas públicas para o aproveitamento económico dos recursos do mar, considerando que se trata de uma área de investimento prioritária para o país.





A ideia mais realista a ouve em mundo de Portugal de politico e de económico do secretário-geral do PS, António José Seguro, para o futuro a razão a vai a ser expansão rapidamente de crescimento de largura e de comprimento a sua área portuária como o volume 200 até 500 vezes nos dias de hoje para a visar 18 até 20 navios pequenos e médios (100-350 metros de comprimentos) e 8 até 10 super-navios(400-600 ou mais metros de comprimento) a capacidade no caís no terminal de contentores por dia como o porto a ligado pela via ferroviária a entre Sines - Madrid - Paris - Centro Europa pela via ferroviária com o volume de mercadorias a previsão de 500 até mil vezes de crescimento de movimento de mercadorias a entre o porto de Sines - Madrid - Paris - Centro Europa de Portugal por ano e o porto de Sines a vai a estar no centro do Mundo como as várias ligações a América do Sul, a América do Central, a América do Norte, África, Ásia e Europa a estar o meio as ligações no futuro do mercado de mercadorias internacionais nos continentes entre a assis. 



A Autoeuropa está a estudar um projecto marítimo que envolve a criação de um centro logístico intercontinental através do Porto de Sines. 

A intenção é reforçar o peso do transporte marítimo nas expedições de peças e de automóveis, que actualmente apenas representa 0,13% do transporte de componentes. 

Portugal poderá servir como plataforma entre a Europa, a China e o continente americano.

A fábrica já utiliza o Porto de Setúbal para fazer exportações, tendo começado a enviar carros directamente para a China no final de 2011. 

Mas Sines, por ser um porto de águas profundas, traria vantagens acrescidas, pela possibilidade de utilizar navios de maior dimensão.

Em declarações ao SOL, o director-geral da fábrica, António de Melo Pires, sublinha que uma das principais vantagens desta estratégia seria aproveitar a expansão do canal do Panamá, que deverá estar concluída em 2014. 

Dessa forma serão captados os barcos de grande dimensão que transportam automóveis de fábricas da Volkswagen no continente americano.

Caso essas embarcações chegassem à Europa através de Sines, Portugal e a Autoeuropa poderiam ser responsáveis pelo que se designa de desconsolidação dessa carga – retirada de mercadorias de contentores, para depois enviá-las para outros destinos na Europa. 

O mesmo poderia acontecer com componentes vindos da China, por exemplo.

A linha de mercadorias que vai ligar Sines a Madrid também poderia servir de ligação à Europa, mas neste caso o transporte não depende apenas do caminho-de-ferro. 

«É também preciso operadores com material circulante adequado para fazer o transporte de automóveis», diz o responsável, que ainda não tem datas concretas para que o projecto avance.

Novo modelo em perspectiva

A nova estratégia para o transporte marítimo foi apresentada na passada semana, numa conferência de imprensa de balanço de 2012 e de perspectivas para este ano.

Em 2012, a fábrica registou uma quebra de produção de 15%, tendo fabricado 112.550 viaturas. 

Com esta redução, o seu volume de negócios caiu 13,7%, passando para 1,94 mil milhões de euros.

O director-geral da Autoeuropa aconselhou os fornecedores da empresa a adoptarem «mecanismos de maior flexibilização da mão-de-obra», para serem capazes de responder às exigências do mercado num contexto de crise. 

«Não podemos forçar os clientes a comprar os carros», afirmou António Melo Pires, citado pela Lusa.

Para este ano, a fábrica de Palmela preparou um plano de formação para fazer face à quebra de produção. 

Há funcionários destacados noutras fábricas da Volkswagen da Alemanha e a receber formação na academia de formação ATEC, em Portugal.

Embora haja cerca de 600 trabalhadores a mais face ao volume de produção actual, António de Melo Pires garantiu que não há interesse em fazer despedimentos, já que os funcionários vão ser necessários quando houver sinais de recuperação económica.

O director-geral da fábrica está esperançado que haja o anúncio de um novo modelo para a Autoeuropa, ainda este ano. 

Embora não haja ainda uma decisão final da Volkswagen, o gestor lembrou que a unidade de Palmela tem «argumentos fortes» para competir por um novo carro, e que a marca «vai lançar dezenas de modelos» este ano e nos próximos.





Há falta de consciência da sociedade de Sines e a região a desta ideia da zona franca de Sines terei a grande interesse para a economia e a evoluir da regão, há um pequeno consenso político sobre assunto da zona franca de Sines sem um consenso político o um debate sério sobre deste assunto a ideia terei o maior consenso da sociedade e de político podia a nova fonte da cidade, da região de emprego e de economia com o seu aumento saudável........








Pouca gente terei a consciência sabei entre duas a zona franca e o paraíso fiscal são dois modelos do seu funcionário, a zona franca é uma área de abaixa das taxas de impostos de consumo, da famílias e das empresas não vai havia fuga de impostos e o paraíso fiscal é uma área de não pagar as taxas de impostos para o Governo ou a Administração da área.








- Um aumento de qualidade de vida da sociedade da região com abaixar as taxas de impostos, como um aumento de postos de trabalho e como um aumento de preço do trabalho na região de Sines, como um aumento de capacidade das famílias terei poder de compra, com uma maior confiança na vida na região de Sines, como um aumento da população na região obrigar para criar uma área metropolitana, como 600 mil ou 1 milhões de habitantes e como um aumento forte de serviços públicos e privados como uma área de 341,32 até 400 kms quadrados;








- Como um aumento de confiança de investidores e de banca internacional ou nacional para o seu investimento do futuro ser mais correcto na região, como um apoio das taxas de impostos com abaixar as destas taxas impostos apoio-a novos investimentos nas área de industrial e de serviços para a região, como um aumento de postos de trabalho para a sociedade e os emigrantes nacionais ou internacionais, como um porto podia ser a porta da Europa e como um aumento e crescimento da economia.








Zona franca - Uma zona franca é uma região isolada e delimitada dentro de um país, geralmente situada em um porto ou em suas adjacências, onde entram mercadorias nacionais ou estrangeiras sem se sujeitar às tarifas alfandegárias normais. O objetivo consiste em estimular as trocas comerciais, em certos casos para acelerar o desenvolvimento regional. São lugares onde o governo estimula a criação de empresas e indústrias com o abaixo dos impostos e ajudando com o capital financeiro.



avatar
Admin
Admin

Mensagens : 16760
Pontos : 49157
Reputação : 0
Data de inscrição : 07/12/2013
Idade : 30
Localização : Sines

Ver perfil do usuário http://olharsinesnofuturo.criarforum.com.pt

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum