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Os investidores nacionais e os investidores internacionais como os vários Governos da República de Portugal em 40 anos os seus olhares para o porto de Sines

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Os investidores nacionais e os investidores internacionais como os vários Governos da República de Portugal em 40 anos os seus olhares para o porto de Sines

Mensagem por Admin em Dom Abr 13, 2014 9:27 pm




Os investidores nacionais e os investidores internacionais como os vários Governos da República de Portugal em 40 anos os seus olhares para o porto de Sines e a sua região, nós olhamos os outros portos de águas profundas dos outros Países, os destes portos estrangeiros as economias regionais e nacionais a sai mais 50 - 60% da economia para a riqueza do país e fica a região uma geopolítica da região do globo, pois não a aposto muito dos pequenos portos sem águas profundas por os destes portos tem muito incertezas economicamente, as suas politicas para a aposta nos portos de águas profundas são dão muito mais certezas o seu futuro e a sua evolução positiva para o seu País e a sua economia, os destes Países os acessos em longo do País as mercadorias movimente em vias de comunicação da industrial a chegar o porto de águas profundas é a geoestrutural de económica de mercado como várias vias de comunicação, a apostar muito mais os pontos geoestratégicos com as fortes certezas a criação riqueza e o crescimento forte da economia nacional e em Portugal a aposto de muito mais nos portos sem águas profundas os investidores e os vários governos em 40 anos fomos pouco lógicos de capacidade de Portugal sá sabemos as ideias não estavas correctas geoestruturais para o Portugal a continuar não a estar correctas geoestruturais, a apostar nos mesmos locais não geolocalização do novos projectos para a inicial reindustrializar do País, como as maiores certezas os seus investimentos dão pouco valor para o País, com a criação riqueza para o crescimento economia, a ser mudança de página da industrial e da logística para a nova lógica do mercado nacional com a reduzir dos custos a uma região esta o novo renascimento da sua lógica artiga no passado do País a fico parada no tempo em longo 40 anos a região a ser um grande plataforma logística e industrial de Portugal e de Espanha, nos dias de hoje para a Europa a assalto a fase entre os dois Países a estar relocalização de 25 Estados elementos da União Europeia no Continente Europeu ou mais Países e teremos uma nova linha investimento esta no sul, no Litoral Alentejano, na região do território dos municípios de Sines e de Santiago do Cacém para o futuro do País, a sua económica o inicio do investimento serio da região esta a correr maus o governo e não esta a apostar seriamente no porto de Sines esta a falhar a lógica de investimento geoestratégico, os investidores nacionais e os investidores a fora a lógica de investimento em região de Sines e a apresento pouco interesses na região há falha da lógica de captar e de investir a industrial, a logística, os serviços, os comércios e mais informações de interesses dos investidores a ser a indica os novos investimentos para as comunidades da região a sentir o interesse dos investidores.


Fonte: http://diariodesines.blogspot.pt/
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Re: Os investidores nacionais e os investidores internacionais como os vários Governos da República de Portugal em 40 anos os seus olhares para o porto de Sines

Mensagem por Admin em Seg Abr 14, 2014 12:24 pm

  cyclops  Exclamation  Suspect  ONDE O MEIO AMBIENTE NO RIO SADO ESTA UMA ÁREA DE RESERVA NATURAL, AS AREIAS E OS PRIVADOS OS 4 INVESTIMENTOS DOS PORTOS DE Setúbal, DE Lisboa, DE AVEIRO E DE LEIXÕES OS VALORES CAROS DE CUSTOS PARA O GOVERNO PSD/CDS NÃO A VER A RESPONDA DE PROCURA ESTA GEOMETRICAMENTE A SER EM SINES SÃO TÃO IDIOTAS A APOSTAR MESMOS LOCAIS EM 40 ANOS ESTÃO A APOSTAR Question  Question  Question
  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!  lol!


Última edição por Admin em Seg Abr 14, 2014 1:33 pm, editado 1 vez(es)
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A razão a investir a Portugal de investidores privados

Mensagem por Admin em Seg Abr 14, 2014 1:10 pm

A razão a investir a Portugal de investidores privados a onde mais investimento público de vias comunicação é os locais, o interesse o aumento e o crescimento maior para o investidores a investir em Portugal, o ideal de mercado de investimento industrial, logístico, serviços e comercio em Portugal a vão a atrás dos fundos públicos e europeus, sem a lógica geoestratégica a economia esta os exemplos nos centros grandes urbanos de Lisboa, de Porto, de Setúbal, de Braga, de Coimbra e de Leiria, a estar a dar o resultado de erro histórico do País a responda a solução do problema nos governos em futuro a olhar bem os pontos de crescimentos económicos e a retirar os outros pontos sá a ter estão evoluídos economicamente os exemplos de Lisboa, de Porto, de Aveiro e de Setúbal, não a veis maus exemplos de Braga e de Viana do Castelo a era o centros industriais do norte porque a perdeu o interesse de procura, pois a deixas os problemas sociais da sua comunidade e os dias de hoje para o futuro é a região de Sines com o seu futuro a ser illuminati como a lógica do mercado internacional e não é a nacional.
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Análise à receita das Administrações portuárias por tonelada de carga movimentada

Mensagem por Admin em Seg Abr 14, 2014 2:38 pm


A competitividade dos portos surge muitas vezes associada aos custos relacionados com a passagem dos navios, sendo a “interferência” do Estado no sistema portuário frequentemente associada ao aumento de custos e redução da produtividade .

Por via deste argumento, o Estado tem vindo a reduzir o seu papel neste setor através da adoção do modelo de landlordport, deixando a grande parte da atividade portuária à iniciativa privada, cingindo-se portanto o papel das Administrações Portuárias (AP) à regulação, gestão das infraestruturas e concessões, bem como à prestação de serviços relacionados com a segurança.

Para o desenvolvimento destas atividades e para o investimento em novos projetos, as Administrações Portuárias recorrem à cobrança de rendas e Tarifas de Utilização do Porto, vulgo TUP’s, na sua componente navio e carga. A forma como estas tarifas são cobradas não é consensual em todos os setores, defendendo vários intervenientes que a TUP Carga não deveria ser cobrada pelas AP’s, pelo facto de os pressupostos que levaram à sua cobrança já não se verificarem a partir do momento em que se concessionou a operação portuária.

O próprio diploma, que regula a cobrança das tarifas portuárias - Decreto-Lei n.º 273/2000, de 9 de Novembro - e até mesmo o anterior - Decreto-Lei n.º 200/98, de 10 de Julho – previam no seu preâmbulo a eliminação progressiva da componente da tarifa de uso de porto incidente sobre a carga. Até à data, tal ainda não verificou, sendo que o diploma de 1998 previa a extinção da TUP Carga no horizonte de cinco anos.

A nível nacional, e até mesmo ao Europeu, não existe um modelo uniforme para a cobrança das TUP’s. 





Em Portugal, apenas Sines não cobra TUP Carga, mas países como Espanha e França fazem-no. Curiosamente, no sistema tarifário belga, a cobrança dos BerthingDues, é baseado na quantidade de carga movimentada, mas têm como sujeito passivo o “navio”.

A cobrança de TUP Navio já é bastante mais consensual, sendo cobrada em todos os portos nacionais e europeus, tendo como base na grande maioria dos países o GT, havendo no entanto algumas exceções. 

Pela utilização da sua área dominial, e para cobrir os investimentos já realizados pelas AP’s, antes de concessionarem a operação portuária, são cobradas rendas pelas concessões, sendo, no entanto, comuns as críticas de alguns stakeholders, no que respeita ao montante cobrado.

Fazendo os portos parte integrante da cadeia logística, e não estando em causa a competitividade dos portos nacionais unicamente pela via dos custos, como já se pôde observar em anteriores trabalhos, torna-se agora interessante verificar até que ponto o “peso” das Autoridades Portuárias nacionais é maior ou menor do que algumas das suas congéneres Europeias.

Numa análise deste tipo, as maiores dificuldades passam pelo acesso à informação. Apesar de a grande maioria das Administrações Portuárias disponibilizarem os seus Relatórios e Contas, dada a falta de uniformização dos critérios contabilísticos apresentados, existe uma grande dificuldade na recolha de dados concisos.

Tomou-se como metodologia a análise e comparação da informação disponibilizada, estabelecendo a relação entre as receitas operacionais e o volume de carga e GT movimentada nos portos da amostra. 

Destas receitas, apenas foram consideradas as diretamente relacionadas com a atividade portuária, excluindo-se, portanto, o serviço de pilotagem, de reboque, subsídios ao investimento (em Antuérpia chegaram por exemplo aos 25M€), receitas da náutica de recreio, de distribuição elétrica, exploração da rede de infraestruturas, tarifas sobre os passageiros e pescado, etc.





O gráfico 1 apresenta os valores cobrados pelas Administrações Portuárias exclusivamente relacionados com a carga. Basicamente, incluem-se a TUP Carga e as rendas de concessão, embora possam existir algumas situações em que estas não sejam exclusivas da operação portuária, pelas limitações referidas anteriormente.

O valor mais baixo é obtido no porto de Algeciras com 0,47€ por tonelada, seguido de Hamburgo, Roterdão e Sines. Os portos que apresentam os registos mais elevados são Vigo, Barcelona e Lisboa, sendo o valor mais alto de 3,15€ e cifrando-se o valor médio nos 1,35€ por tonelada. Como se pode observar, os portos nacionais analisados encontram-se acima deste valor, com a exceção de Aveiro e Sines.

O próximo gráfico (gráfico 2) apresenta o valor cobrado por cada tonelada de carga movimentada, tendo apenas como referência a TUP Carga. 

Dos portos analisados que cobram esta tarifa, Aveiro apresenta o valor mais baixo com 0,17€ por tonelada, secundado por Algeciras e Leixões. O porto de Vigo apresenta o valor mais elevado com 1,00€, seguindo-se Barcelona e Valência. O valor médio cifra-se nos 0,49€ por tonelada de carga movimentada, com todos os portos nacionais a situarem-se abaixo deste valor.

À semelhança da análise do gráfico anterior, com o gráfico 3 pretende-se identificar, em função das toneladas movimentadas, quais são os portos que cobram o valor mais elevado aos seus concessionários. 

Mais uma vez, Algeciras aparece como o porto que oferece as rendas mais baixas, cifrando-se o valor nos 0,24€ por tonelada, com Hamburgo e Valência a ocupar as posições seguintes. Os valores mais desfavoráveis são apresentados por Vigo, Barcelona e Leixões, estabelecendo-se o mais elevado em 2,15€ por tonelada e o médio nos 1,02€ por tonelada de carga movimentada. A nível nacional, Sines situa-se nitidamente abaixo da média, Aveiro ligeiramente abaixo e os restantes portos nacionais claramente acima deste valor.





Com o gráfico 4, procede-se à avaliação da percentagem cobrada pela Administração Portuária referente à TUP Carga e a percentagem relativa à renda das concessões, no total das receitas geradas pela carga. Tal análise, como é óbvio, restringe-se aos portos que cobram TUP Carga, visto que nos outros a percentagem é de 100% para as rendas. Dos valores apresentados, resulta que os portos nacionais são os que menos cobram em termos percentuais pela TUP Carga. O valor máximo regista-se em Lisboa com a relação 25/75 % - TUP Carga / renda, situando-se os restantes portos nacionais entre os 14/86 % e os 22/78 %. Por outro lado, os portos espanhóis apresentam valores entre os 51/49 % de Algeciras e os 32/68 % de Vigo.

Com os mesmos critérios a que se recorreu para criar o gráfico 2, cria-se o gráfico 5, fazendo-se a substituição da TUP Carga, pela TUP Navio, e as toneladas movimentadas, pelo GT correspondente aos navios que escalaram o porto. Como anteriormente, o melhor registo surge em Algeciras, com 0,03€ por unidade de GT, seguido de Barcelona, Vigo e Lisboa, ambos com 0,11€. Os valores mais elevados surgem em Roterdão, Antuérpia e Sines, sendo que os restantes portos nacionais encontram-se abaixo do valor médio de 0,20€ por unidade de GT, exceto Aveiro com 0,22€.

Com o gráfico 6 pretende-se estabelecer a relação entre o total das receitas operacionais e a totalidade da carga movimentada. Do mesmo, podemos inferir que Vigo e Barcelona são os portos que mais receitas cobram por tonelada de carga movimentada, com 5,65€ e 3,59€, respetivamente, seguidos de Lisboa e Aveiro. Os portos que menos recebem pelos seus serviços são Algeciras, Hamburgo e Sines, situando-se os restantes portos nacionais, de um modo geral, em valores próximos do valor médio. O valor mais baixo observado foi de 0,93 € por tonelada de carga movimentada, e o médio a fixar-se nos 2,23€.





Ao contrário do que seria de esperar, não se consegue estabelecer uma relação entre a carga movimentada e o valor das receitas cobradas. O quarto porto em movimentação de carga é aquele que cobra os valores mais baixos.

Já em Portugal e Espanha, essa situação verifica-se: quanto maior a carga movimentada menor é a receita cobrada pela respetiva Administração Portuária.
Em conclusão, observa-se que Algeciras é o porto que apresenta os valores mais competitivos, aliás de forma bastante consistente, apesar de o seu tarifário contemplar TUP Navio e TUP Carga, pelo que a cobrança desta tarifa, aparentemente, não tem um relacionamento direto com a competitividade do porto. 

Os portos nacionais apresentam valores elevados, quando comparados com os restantes portos analisados, excluindo-se apenas os portos de Vigo e Barcelona. Exceção feita ao porto de Sines, que apresenta um excelente resultado, apesar movimentar quantidades de carga substancialmente inferiores, posicionando-se imediatamente a seguir a Algeciras e Hamburgo.

Embora as TUP’s assumam um valor baixo, quando comparadas com os custos totais da passagem do navio pelo porto, a verdade é que os valores das rendas cobradas aos concessionários, poderão ter influência nos custos da operação portuária, e estes sim, são os mais significativos na conta escala do navio. 

Por outro lado, existe muita dificuldade em garantir que uma eventual redução de custos por parte das AP’s, como recentemente aconteceu com o desconto de dez por cento na TUP Carga, se reflita no utilizador do porto e no próprio consumidor final, havendo a necessidade de existir uma regulação severa e atuante, de modo a que a redução das receitas das AP’s, não acabe por ser absorvida por outros intervenientes da cadeia logística.





por: Miguel Vieira de Castro
18-07-2013
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Porto de Sines movimenta mais 6,5% de mercadorias no primeiro trimestre de 2014

Mensagem por Admin em Seg Abr 14, 2014 4:29 pm


o Porto de Sines registou uma subida de 36,5% no sector de carga geral, o que compensou a queda no segmento dos granéis.


O Porto de Sines registou um aumento de 6,5% no movimento de mercadorias no primeiro trimestre de 2014. Em relação ao período homólogo de 2013, houve uma subida de 505 toneladas.
 
A empresa justifica este valor com o aumento de 36,5% no segmento de carga geral e classifica este como o “melhor trimestre de sempre em tonelagem” de mercadorias movimentadas, refere em comunicado.
 
Os dados revelam uma descida de 8,4% nos granéis líquidos e de 3,1% nos granéis sólidos. O comunicado indica que a “paragem para manutenção técnica” da Refinaria de Sines e a “diminuição da importação de carvão”, respectivamente, são as razões para a descida no segmento dos granéis.
 
O número de contentores aumentou 43,3%, com uma operação média mensal, segundo os números, de 90 mil unidades. A empresa indica que este valor é o “melhor crescimento da Península Ibérica superando os registos dos portos de Valência, Algeciras e Barcelona”.
 
Também se registou um aumento de 15,7% no número de navios operados. No primeiro trimestre de 2014 foram movimentados 478 navios, mais 55 do que no período homólogo de 2013.
 
A empresa refere que estes dados “demonstram o crescimento sustentado do Porto de Sines” e que deve ser associado ao “empenho de toda a comunidade portuária em potenciar o desenvolvimento” do local.  

11 Abril 2014, 16:23 por Diogo Ferreira Nunes | diogonunes@negocios.pt

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Re: Os investidores nacionais e os investidores internacionais como os vários Governos da República de Portugal em 40 anos os seus olhares para o porto de Sines

Mensagem por Admin em Seg Abr 14, 2014 6:17 pm

O deste Sr. Presidente da Administração do Porto de Sines esta a deixar a ser o porto de Sines a assaltado os investimentos importantes para a economia nacional porque é do PSD a apoia as políticas do partido PSD e do Governo PSD/CDS esta a fazer para o porto de Sines com o investimento negativo de valor 45 milhões €, esta a contra o investimento de construção do Terminal Vasco da Gama, só esta a apoia o investimento do Governo PSD/CDS a expansão de Terminal XXI com o número negativo para o porto de Sines de 210 metros de frente de caís, a ser a expansão e a construção do terminais de contentores no porto de Sines para a teres 4 mil metros de frente de caís, o Sr. Presidente da APS, o Ministério de Económica de Portugal e os Partidos PSD/CDS não a saber estão a fazer no poder do País os Portugueses, estão a ser governados de idiotas no poder de Portugal para a Económica Nacional de Portugal, a perder o tempo nos ataques políticos entre as forças politicas de Portugal estamos uma palhaçada de escolhas de Políticas, como os vários erros históricos para o crescimento economia o exemplo o Sr. Ministro da Económica, o projeto milionário no Algarve e o Governo dá luz verde a empreendimento espanhol de milhões em Vilamoura esta uma área reserva natural.



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Re: Os investidores nacionais e os investidores internacionais como os vários Governos da República de Portugal em 40 anos os seus olhares para o porto de Sines

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